Isso é Magis
04
jul

Crianças na praia, com segurança e alegria!

Chegaram as férias! Hora de pegar uma boa praia, com a certeza de que as águas cristalinas vão ser garantia de saúde e divertimento para toda a família. Aqui no Ceará, a pedida é começar cedo… até os bebês têm um lugar ao sol, desde que seja antes das 10 ou depois das 16 horas. crianças-na-praia-1

Uma boa dica é, ainda no planejamento das férias, garantir a hospedagem em um local perto da praia, o que vai dar mais tranquilidade para ir e vir nos momentos em que bater o cansaço (seja em crianças ou adultos). Mas há muito mais: os pais precisam estar atentos. Para começar, os pediatras liberam a ida de bebês para a praia apenas a partir dos seis meses. Se tiverem menos de um ano, devem ficar pouco ao sol, nunca por mais de meia hora. Não é recomendado nem que usem protetor, pois sua pele ainda é muito sensível. Passando de um ano, as crianças devem estar protegidas com filtro solar. O fator de proteção varia de acordo com o tipo de pele, os mais indicados para as crianças geralmente ficam entre 30 e 50. Atenção, mesmo se na embalagem indicar que o produto não sai na água, é necessário reaplicar o protetor a cada duas horas. Os pediatras recomendam ainda o uso de cremes e loções, que possibilitam formar camadas espessas e homogêneas.

Passe com cuidado, até no pé, nas orelhas e no couro cabeludo, sob o cabelo fininho (no caso de bebês). crianças-na-praia-2

Para a alimentação, melhor do que comprar ou levar guloseimas para a praia, é providenciar um bom café da manhã antes de sair. O que vai lhe ajudar também a não precisar levar mais do que o essencial, que já vai ser bastante.
Uma pequena lista de “essenciais” pode incluir: Brinquedos (o velho baldinho, pás e forminhas para areia), toalhas, lenços umedecidos, uma muda de roupa, fraldas, sandálias para proteger da areia quente, garrafinha com água filtrada ou mineral, suquinho ou água de coco. As bebidas são importantíssimas para evitar o risco da desidratação! crianças-na-praia-6

Para comer, frutas e biscoitos. Comprar sorvete na praia, só de marca conhecida. Ah, e se a criança ainda tomar mamadeira, leve-a em uma bolsa térmica.
Agora as dicas para o look: os bebês podem ser dispensados das fraldas apenas por curtos períodos, para não haver o risco de surpresas indesejadas na piscina ou na água. Embora o clima tropical e o calor convidem à nudez total, não é recomendado deixar os pequenos peladinhos na areia, pois eles são mais suscetíveis também a micoses e infecções por micro-organismos. Seguindo essa regra, a ideia é um look básico e despojado, apenas com fraldas. Para completar, há a possibilidade de uma leve camisetinha de algodão (com navios, peixes, flores ou abelhinhas). Finalize com um boné ou chapéu, que irão proteger não só do sol como também da areia fina (evitando que entre nos ouvidos). Se já não houver necessidade da fralda, a regra é: roupas confortáveis e leves! crianças-na-praia-5 crianças-na-praia-3

Um complemento extra pode ser uma piscina inflável para bebês, para os que já conseguem ficar sentadinhos. É que, mesmo se a brincadeira de molhar o pezinho na água do mar for um sucesso, é preciso protegê-los do sol na maior parte do tempo. Atenção: coloque só um fundinho de água, e não tire o olho dele durante as brincadeiras! Não são recomendadas boias, pois inspiram uma segurança ilusória, já que podem ser facilmente levadas pela correnteza. Pronto, a estratégia de ação e o look apropriado vão fazer com que os pequenos fiquem seguros e possam curtir muita saúde com sol e mar! Só falta um grande detalhe: o principal fator de segurança é o carinho. Até para as crianças maiores, é preciso haver sempre um adulto responsável, de olho nas aventuras! crianças-na-praia-4

11
jun

A linguagem das flores e seus muitos – e perfumados – significados

linguagem das flores é a linguagem do amor. Dar flores a alguém é, ao menos, um gesto de carinho e gentileza. Elas estão entre os presentes mais antigos do mundo e muita gente concorda que trazem uma linguagem específica. Dependendo da flor, o gesto diz muito mais do que aparenta inicialmente. No passado, esta comunicação foi vital para a sociedade da época, que a usou de forma muito mais expressiva…

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Na era vitoriana, o envio de flores e arranjos florais servia como mensagens codificadas, permitindo assim expressar sentimentos que de outra forma não poderiam ser revelados. O costume, que dizem ter vindo da Turquia, era bem complexo e requintado. As flores não só significavam diferentes sentimentos, mas a maneira como eram oferecidas e aceitas também podia dizer algo.

Por exemplo: oferecer uma rosa vermelha aberta era sinal de admiração pela beleza feminina. Se a jovem pusesse a flor recebida nos cabelos, o gesto significava cautela, mas se a colocasse sobre o coração, significava que podia haver ali um amor correspondido… romântico, não?

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Hoje em dia esta linguagem não é tão requintada. Mas rosas vermelhas ainda são claramente associadas ao amor romântico e apaixonado, e homens que procuram conquistar suas namoradas com romantismo e delicadeza sabem que o coração de quase toda mulher ganha um razoável atalho com um presente assim.

E, sim, é possível variar! As outras cores da rosa, flor que é eterno símbolo do amor, enviam mensagens diferentes: as brancas sugerem virtude e pureza (e um amor mais puro), as cor-de-rosa, afetos mais delicados e as amarelas, amizade (para as outras flores, normalmente, esse “código” também vale).

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Algumas flores, além das rosas, também são lembradas por trazerem mensagens mais expressivas. Então cuidado com o que você pode estar “dizendo” sem querer: orquídeas falam de belas mulheres; margaridas, com sua brancura e simplicidade, tratam da inocência; os lírios simbolizam pureza e as tulipas… ah, as tulipas são declarações de amor, assim como cravos vermelhos, que dizem tratar de um amor profundo.

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Até a forma de arrumar as rosas nos vasos pode expressar sentimentos: uma única rosa num vaso demonstra elegância e intimidade; várias delas, formando arranjos grandes e compactos inspiram alegria e confraternização.

Tema de livros como o recente “A Linguagem Secreta das Flores”, de Vanessa Diffenbaugh, que está colecionando elogios, o assunto também inspira nas artes plásticas. O Gucci Museo, em Florença, estreou sua sétima mostra: “The Language of Flowers”, alusão a uma das estampas mais famosas da marca, a Flora, que reúne obras de quatro artistas (a exposição está em cartaz até setembro de 2015), entre eles, a fotógrafa francesa Valèrie Belin (abaixo, a obra Phlox New Hybrid, de 2010).

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De qualquer forma, sem grandes preciosismos, faz grande diferença para o ambiente ter flores em um vaso decorando a mesa, e não há problema algum em comprar para si mesmo um mimo destes, para iluminar a casa e perfumar a alma.

Claro, a linguagem bela e perfumada das flores não é fechada, ninguém é obrigado a usá-la. Há até quem se recuse a isso, como o grande compositor Cartola (só que sua negação poética também serve como declaração de amor): “Queixo-me às rosas, mas que bobagem, as rosas não falam… simplesmente as rosas exalam o perfume que roubam de ti…”

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No Dia dos Namorados, a dica certeira de presente é dar flores à amada, certo? Pois agora, depois destas informações todas, o que era certeiro será ainda mais!

E sabe de uma coisa? Neste Dia dos Namorados, a gente adoraria compartilhar flores, encher a timeline do Facebook de cores, deixar o mural do Instagram todo perfumado… Já pensou? Ajude a gente nesta tarefa: poste uma foto de flores (as que você ganhou, as que você comprou pra presentear) e marque com a hashtag #MagisFlores, pra gente poder compartilhar.

Isso seria muito, muito legal!

Desejamos um feliz – e florido – Dia dos Namorados!

28
maio

Quer ter plantas em casa mas não sabe por onde começar? Por aqui!

Primeiro, vamos escolher a espécie de planta que mais combina com você?

Para começar, se você tem varanda, que receba raios solares pela manhã, já pode tranquilamente escolher entre samambaia e pitangueira, por exemplo. Estas você pode regar em dias alternados e são bastante fortes. 

SAMAMBAIA

Se você não tem tempo de cuidar, escolha cactos e suculentas. Elas podem pegar sol direto e também aceitam luz indireta se houver claridade. Regar uma vez por semana (com sol direto) ou de 15 em 15 dias (com luz indireta). 

suculenta

Se você gosta de flores, pode ter, por exemplo, rosas! Ou frésias. Elas ão precisam de exposição direta ao sol, desde que fiquem em local bem iluminado. Regar em dias alternados. 

fresias

E, finalizando, se você gosta de cozinhar, a ideia é ter manjericão e hortelã em casa, num lugar em que recebam sol direto o dia todo. Podem até ser plantados no mesmo vaso, mas é sempre melhor “cada macaco no seu galho”. A rega também é em dias alternados. 

Agora, vamos ver umas dicas sobre como regar as plantas da maneira certa? 

Uma coisa é básica: a gente precisa sempre ter cuidado para não aguar demais, não deixar a terra encharcada, pois isso pode até acabar apodrecendo as raízes.

E não esqueça de molhar também as folhas.

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Como regra geral, o melhor é regar as plantas pela manhã. Exceções: os cactos, que preferem água à noite, e as plantas que pegam sol direto, pois é melhor regá-las no fim do dia para evitar a evaporação da água.

Se você não se lembra se regou ou não regou a planta, enfie o dedo na terra para verificar. Se estiver seca, nem tenha dúvida: pode colocar água. 

Anote aí alguns toques que selecionamos para os jardineiros de primeira viagem. 

Prefira vasos de barro! São melhores que os de plástico, pois são mais úmidos. Se as raízes começarem a se emaranhar, ou sair pelo fundo do vaso, é sinal de que ele ficou pequeno – e é hora de trocá-lo por um maior. 

vasos

Não esqueça de adubar! É indicado trocar a terra do vaso e pôr adubo a cada seis meses, pois no decorrer deste prazo o solo fica pobre em nutrientes. Retire dois dedos de terra, coloque uma camada fina de adubo e regue.

Limpe as folhas! A gente nem imagina, mas as plantas sofrem com a poluição. A cada seis meses, pelo menos, limpe o pó e a sujeira acumulada nas folhas. Basta usar água e os dedos – ou um paninho úmido. 

Remova galhos e folhas secas! A plantinha agradece… mas não corte rente demais: deixe algo como 1cm do galho morto. Não se preocupe em podar, esta prática só é necessária em casos específicos, como o bambu. 

podar

Combata as pragas! As mais comuns são pulgões e cochonilhas, que você percebe pelas manchas escuras no caule. Às vezes dá até pra ver os bichinhos pela planta. O mais usado é aplicar chá de fumo de tabaco. Faça usando 1 punhado de fumo para 1 litro de água e borrife na planta a cada 2 dias, até matar a praga. 

borrifar

Esperamos ter dado um empurrãozinho para você ter plantas em casa.
Ah, e adoraríamos que você nos enviasse fotos de suas plantas, com as suas próprias dicas de como está cuidando! É sempre bom trocar informações, não é? Ficamos no aguardo! 

11
maio

Dica básica para o ciclista urbano pedalar com segurança: siga o fluxo dos carros!

Como cidadão, você tem todo direito de andar de bike pela sua cidade. Mas também tem deveres importantíssimos, tanto para a sua segurança quanto para a segurança de outras pessoas.

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Talvez o erro mais comum dos ciclistas urbanos seja pedalar no contrafluxo do tráfego. É muito corriqueiro vermos ciclistas na contramão, mesmo havendo as faixas específicas sinalizadas, mostrando o fluxo correto.

Para ajudar a evitar acidentes que podem acabar abalando uma iniciativa – que é tão saudável para a cidade e para as pessoas – de usar a bicicleta como meio de transporte urbano, elegemos este tema: fluxo e contrafluxo, mão e contramão. Vamos falar sobre isso?

Pedalando no contrafluxo o ciclista tem uma falsa sensação de segurança por estar vendo os demais veículos.  No entanto é comprovado, por várias pesquisas sobre mobilidade urbana e colisões, que a maneira mais segura de pedalar no trânsito é fazer parte do mesmo. Ciclistas que pedalam na mão correta têm em torno de cinco vezes menos chances de colisão em comparação àqueles que não levam o fluxo normal do tráfego em consideração.

Ao perceber um carro vindo em sua direção, o ciclista não tem tempo de desviar, pois suas velocidades são somadas. Estando no mesmo fluxo, o carro chega ao ciclista com a velocidade (relativa) pela metade. A margem para evitar o confronto aumenta muito, o que, em se tratando de proteger sua vida, é sem comparação. De fato, um espelho retrovisor pode dar ao ciclista a visão dos veículos sem comprometer a sua capacidade de reagir a um imprevisto.

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O trânsito já é suficientemente complicado, os motoristas nem sempre dão conta de dar a devida atenção a tantos carros e motos e bikes trafegando na mão correta – imagine tendo que cuidar também de surpresas na contramão.

É sabido que cerca de 95% dos acidentes de trânsito envolvendo bicicletas acontecem em cruzamentos. Quando imaginamos um ciclista pedalando na contramão fica fácil entender o porquê, afinal o motorista olha para o lado que os demais carros vêm. Aliás, nem os pedestres contam com um movimento na contramão, o que pode fazer com que o ciclista que pedala no contrafluxo acabe atropelando um pedestre que só queria atravessar a avenida.

A dica, para um convívio saudável entre veículos motorizados e ciclistas é: sigamos todos as mesmas regras; sigamos todos o mesmo fluxo.

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Para uma bicicleta ser tratada e respeitada como veículo, precisa portar-se com um, sinalizando suas intenções (de virar à direita ou à esquerda) e respeitando as mãos das vias, os sinais de tráfego e as faixas de pedestre.

E, como se segurança não bastasse, outro fator pode ser levado em consideração na hora de optar por pedalar no fluxo do trânsito: é mais rápido! Sim, buscando as vias de mão certa, preferencialmente com faixas específicas, e sem os contratempos e os pequenos sustos que fazem com que o ciclista acabe freando aqui e ali, o trajeto como um todo acaba ficando mais rápido no final das contas. Faça um teste!

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As bicicletas chegaram no dia a dia do trânsito da cidade para ficar, e isso é muito bom! Vamos ajudar a divulgar as boas práticas de tráfego e convivência? Nossa ideia é sempre apoiar as iniciativas que buscam melhoria na qualidade de vida, na saúde, na interação entre as pessoas… e as bikes promovem este movimento.

Vida longa aos ciclistas urbanos!

01
abr

Chocolate, o “vício” mais doce do mundo!

A Páscoa vem chegando e, com ela, o chocolate, que se torna tema para compras, presentes e sobremesas. No formato de bolos, ovos, coelhos ou mesmo as convencionais barras, a delícia alegra não só aos pequenos como aos adultos. Não é para menos que o imperador asteca Montezuma costumava beber com frequência o líquido feito de cacau, servido a ele pelos seus guardas, em cálices de ouro.

chocolatras-0 Hoje não é preciso ser imperador para apreciar esta delícia, uma das mais democráticas do mundo, presente em todas as culturas. A paixão por ele já tem nome equivalente a vício, mas um vício tão doce que ninguém tem medo de assumir. Há chocólatras de todos os tipos: altos, baixos, americanos, asiáticos, gordos, magros, anônimos e famosos… chocolatras-5 O livro Chocolate – Por que Gostamos Tanto dos jornalistas cariocas Ana Paula Brasil e André Modenesi traz depoimentos de chocólatras ilustres. A atriz Heloísa Perissé, por exemplo, considera que a importância do chocolate para a raça humana é equivalente às maiores invenções – como a luz elétrica, o telefone, os chips de computador. A afirmação pode parecer exagero, mas nenhum chocólatra discorda… Entre as qualidades comprovadas está a de ser rico em antioxidantes, protegendo contra doenças cardiovasculares, e estimular a produção do hormônio serotonina, responsável pelo bom humor e importante no combate à depressão e ansiedade. Dentre os tipos de chocolate, é bom lembrar que o meio amargo é o mais indicado, pois quanto maior o teor de cacau, mais bem fará ao organismo. chocolatras-4 chocolatras-3 Os maias e astecas, chocólatras do passado, já sabiam disso. Evidências arqueológicas comprovaram que o cacau estava presente em bebida preparada pelos sacerdotes. A fruta era considerada alimento dos deuses, a bebida feita com ela era parte de comemorações especiais ou rituais religiosos e as sementes, vejam só, viraram até moeda corrente da época. Cristóvão Colombo levou o cacau, entre os diversos tesouros que embarcou para a Europa, para o rei Fernando II. Demorou um pouco até os espanhóis provarem e decidirem acrescentar o açúcar, consolidando o sabor que encantou os conquistadores em todas as partes do mundo… chocolatras-2 Depois de buscar referências médicas e históricas para explicar porque o chocolate é irresistível, fica só uma certeza: por mais interessante que seja isso tudo, não se compara à prova científica de provar um bom pedaço e apreciar o sabor. É com esse gostinho que a Magis deseja Boa Páscoa a você. Que a vida tenha muita doçura nas comemorações em família! chocolatras-1 chocolatras-talassa E por falar em comemorações, hoje estamos comemorando junto aos nossos clientes do Talassa Dunas Residence o grande sucesso deste empreendimento. Recebemos os amigos com muito chocolate e gostosuras, no ChocoFest Talassa! Escolhemos um jeitinho bem doce e feliz de comemorar, você não acha?